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domingo, 31 de maio de 2015

Cadillac DeVille 2001

Em minha recente viagem aos EUA fiquei alguns dias com um carro que gostei muito, o Cadillac DeVille 2001.



Há de se diferenciar um carro mole de um carro macio. O Cadillac não é um carro molão como alguns pensam, ele é um carro com a suspensão macia, para um rodar confortável e luxuoso. Em 2001 ele já tinha inúmeras tecnologias que só viriam pros demais carros anos depois, como o acendimento automático de faróis, controle de tração, air-bags, ABS, bancos elétricos com memória,suspensão eletronicamente variável, completo computador de bordo (inclusive com aviso por escrito sobre manutenção de diversos itens e monitoramento da pressão dos pneus) e o fabuloso motor V8 de 4 válvulas por cilindro da divisão Cadillac, o NorthStar, com 275 cv a 5600 rpm, 4,6 litros (279 polegadas cúbicas) e 40,7 Kgf.m de torque a 4000 rpm.








Os opcionais desse automóvel eram o Night Vision System, sistema de visão noturna que mostrava num HUD no vidro objetos que estivessem mais quentes além do alcance dos faróis, como outros automóveis, pessoas ou animais na pista. Outro opcional era o navegador semelhante a um GPS, com CD-ROM de dados e tela touch screen, com 9 regiões dos EUA na memória. Também opcional era um sistema de ultrassom para auxilio a estacionamento, no pára choque traseiro, com aviso por luzes que iam acendendo e uma campainha tocando progressivamente.


Interior luxuoso, o carro está muito bem conservado !
Encosto entre bancos dianteiros dobra para acomodar mais um passageiro.



Controle do Ar Condicionado para o banco traseiro.



Acabamento primoroso em couro e madeira.
Painel digital, indicações de temperatura do motor à esquerda, velocidade instantânea (velocímetro) e marchas no centro e combustível e hodômetro à direita. 
Controles do ar condicionado (temperaturas externa e interna, ventilação) e do som com toca-CD , toca-fitas e rádio.
Alavanca de seleção de marchas (automático) no volante, libera espaço na frente para 3 pessoas.
Agradeço ao amigo Pr. Clovis por emprestar o carro para nós neste período, que Deus lhe abençoe ricamente a ele e sua família !

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A ira do Sorveteiro Turco

Foi visitar a Turquia e aparece um sorveteiro tirando onda com o turista. O bigodudo é habilidoso todavia !






Fonte : http://impossiblemodelfactory.tumblr.com/post/95183631607/anthramen-i-have-felt-first-hand-the-very-wrath

sábado, 28 de junho de 2014

A jornada do Golden Hind

O barco de Drake
Sir Francis Drake foi o primeiro capitão inglês a circunavegar o globo, ainda no século XVI, após a pioneira viagem de Magalhães.
Essa conquista incrível elevou Drake ao status de herói na Inglaterra e o tornou um dos mais famosos cidadãos no mundo ocidental
Uma réplica do seu barco, o Corça Dourada (Golden hind) encontra-se para visitação no porto de Brixham, Inglaterra.
Mapa da viagem - http://www.goldenhind.co.uk/ 
Click aqui para um mapa maior


Os tesouros angariados por ele foram tão vastos, estimados em £ 600.000 em 1580 (cerca de £ 25 milhões hoje) que a parte da Rainha Elizabeth I foi mais do que o total que o Ministério das Finanças recebia por ano, o dobro dos custos da luta contra a Armada Espanhola em 1588 e, provavelmente, responsável pela coroa estar livre de dívidas no ano seguinte ao retorno de Drake.

Personagem polêmico, considerado pelos espanhóis um pirata, por ter atacado seus barcos na América, com o consentimento da Rainha da Inglaterra, seu nome é mais conhecido pela "Passagem de Drake", local que separa os Oceanos Atlântico ,Pacífico e a Antártida.


Expedição ao Pacifico
Em 15 de novembro de 1577 Drake, com a aprovação da Rainha Elizabeth 1, partiu de Plymouth Sound com sua pequena frota. Esta expedição foi em uma escala maior do que qualquer exploração anterior. A Nau Capitânia de Drake era o Pelican, armado com dezoito canhões e pesando cerca de cem toneladas. Além dissohavia a nau Elizabeth sob o comando de John Winter e a nau Marigold, bem como um navio de suprimentos - o Swan - e o Benedict.
Ao todo, foram cento e sessenta homens, incluindo o irmão mais novo de Drake, Thomas. Havia também o capitão Thomas Doughty de quem havia rumores de traição que Drake não aceitaria.
Poucos dias na viagem a equipe toda teve que retornar a Plymouth para reparos após entrarem  em uma tempestade e eles não partiram novamente até 13 de dezembro. Ao largo da costa de Marrocos alguns prêmios insignificantes foram tomados e os estoques de frutas frescas e aves foram repostos. Também uma pequena embarcação que levou esses gêneros para Drakes , ele a  rebatizou de Christopher.
O Próximo destino foram a ilhas de Cabo Verde, aonde mais itens foram armazenados e obtidos antes do impulso final através do Atlântico. A viagem foi envolta com tristeza e parecia haver um mal agouro. No momento em que chegaram ao Rio da Prata a  superstição e a desconfiança grassavam entre a tripulação e ficou claro que a causa disso foi a dissidência de Thomas Doughty.
Finalmente, sua traição veio à luz e a fúria de Drake ferveu. Ele ordenou o julgamento por sedição. Doughty foi julgado pelo júri, acusado de motim e condenado à morte. Doughty pediu que fizessem uma comunhão antes da sentença que ele levou com Drake, em seguida, eles beberam e jantaram juntos antes Doughty ser decapitado.
Ficaram pelas próximas seis semanas em Port St. Julian. Reorganizando para a próxima etapa da viagem e aumentando a moral que havia faltado até este ponto.
O Golden Hind e o Estreito de Magalhães
Kit da Nave Capitânia da expedição - Fonte : www.oldmodelkits.com
Eles levantaram âncora em 17 de agosto de 1578 e dentro de três dias chegaram na  temida entrada do Estreito de Magalhães. Foi aqui que Drake renomeou o Pelicano e batizou-lhe de Golden Hind como uma homenagem ao seu amigo Christopher Hatton (um dos patrocinadores da expedição) cujo brasão de família apresentava uma gazela (fêmea do veado).
A passagem era tortuosa. As cartas náuticas não eram confiáveis ​​e todo dia era crítico. Eles completaram esta viagem perigosa em apenas 16 dias e, finalmente, Drake realizou seu sonho e navegou pelo Pacífico. A porta para a casa do tesouro da Espanha parecia entreaberta. Em seguida, um enorme vendaval atingi-os e uma tempestade durou cerca de duas semanas, no meio das quais ocorreu um eclipse lunar. Finalmente Drake descobriu que a Marigold tinha naufragado. Os outros navios esperaram em um porto de abrigo, mas uma outra tempestade os separou e a nau Elizabeth reentrou o estreito e voltou para a Inglaterra acreditando que os outros estavam perdidos. Assim Drake e o Golden Hind eram tudo o que restava.
Ele se dirigiu para o norte para Valparaiso e capturou um grande navio de transporte de ouro. Então Drake partiu para o Porto de Lima em busca dos maiores navios do Rei da Espanha. Eles entraram no porto em silêncio e aliviaram um número de navios ancorados de seus despojos. Lá também souberam que a nau "Senhora da Conceição" tinha partido recentemente - um famoso navio e um prêmio digno. Eles partiram em perseguição e com a surpresa do seu lado capturaram-na com apenas um tiro.
Interior do barco - fonte : http://www.goldenhind.co.uk/gallery.php
Em seguida, eles passaram para o norte em busca da mitica passagem noroeste . Eles continuaram procurando um porto seguro onde o navio pudesse ser reparado e reabastecido. Eles finalmente chegaram a Nova Albion, que se acredita ser o local da Baia de Drake na Califórnia. Eles partiram de lá cinco semanas mais tarde, com o conhecimento que eles tinham agora não tiveram escolha, a não ser atravessar o Pacífico e circunavegar o globo se quisessem chegar em casa com segurança.
Drake havia tido a precaução de levar um piloto chinês com eles para auxiliar a navegação e eles partiram em 23 de julho. Eles não viram terra novamente até as ilhas Pelew, aqui eles foram vítimas de um povo hostil que roubaram alguns de seus tesouros. Eles finalmente prosseguiram para Ternate, onde se reuniram com o sultão que os tratao muito bem, oferecendo a posição de negociar seus produtos em concorrência com os o Portugueses. Este foi um tratado de grande importância para a Grã-Bretanha mais tarde, quando a Companhia das Índias Orientais desenvolveu seu comércio no Extremo Oriente.
Indo para casa de lá o navio foi atingido por ventos e encalhou em um recife. Milagrosamente eles foram libertados por uma mudança no vento e navegaram dali para diante. Movendo-se com cautela nos recifes traiçoeiros e bancos de areia. Finalmente, no dia 08 de fevereiro eles estavam a caminho de Java. Aqui, novamente, eles foram hospitaleiramente entretidos pelos rajás locais, no entanto a notícia da aproximação de outros navios forçou Drake a definir o curso para casa. Eles dobraram o Cabo da Boa Esperança, sem incidentes e, finalmente, em 26 de dezembro de 1580 navegaram chegando em Plymouth.
Muito pode ser dito sobre o que aconteceu depois, mas em resumo Drake navegou com o Golden Hind para Londres, onde ele foi nomeado cavaleiro e jantou com a rainha, a bordo do navio. Adornou seu navio com grandes faixas algumas das quais ainda podem ser vistas na Abadia de Buckland, em Devon, Inglaterra.
Mais informações sobre o navio e a viagem podem ser obtidas no site indicado abaixo, aonde essas informações foram retiradas e traduzidas por mim.
Fonte : http://www.goldenhind.co.uk/voyage-golden-hind.php


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Parque Estadual Petit Jean

Foi meio por acaso que descobri um interessante Parque nos Estados Unidos.

Primeiro lendo o Almanaque Disney nº 21,de Setembro de 1973, numa página de curiosidades da Natureza, falando sobre rochas tartarugas.


De cara pensei em ir no Google Maps ou no Google Earth e tentar achar este parque citado e essas rochas. Depois descobri que é um interessante parque estadual, com vários locais muito bonitos e uma história a partir de um lenda.

Diz a estória contada que Petit Jean foi uma garota francesa que se disfarçou de homem para secretamente acompanhar seu amor, um dos primeiros exploradores do Novo Mundo e que acabou morrendo nesse fabuloso local no Arkansas.


Veja mais informações no site do parque :  http://www.petitjeanstatepark.com/gallery/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Locomotiva na pista

Nem tudo foi estressante nessa viagem citada no meu post anterior... apesar de já conhecer bem a estrada sempre podemos ver coisas diferentes. 



Para compensar o stress das camionetes dos fominhas na estrada eu fotografei essa locomotiva encostada em cima de uma carreta, numa parada na estrada, entre Gurupi e Aliança do Tocantins. É da SPA-Engenharia, companhia que está participando das obras da Ferrovia Norte-Sul.

Vou pesquisar mais sobre essa locomotiva e depois posto aqui...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Estradas do Perigo

Mais uma vez viajei neste final de semana de carro, pela Belém-Brasília. Mais uma vez pude constatar porque o Brasil é o campeão em acidentes e vítimas de trânsito absoluto e relativo. Muitos motoristas forçando ultrapassagens, forçando os carros em sentido contrário a diminuirem ou saírem pro acostamento. Ficando muito arriscado trafegar em velocidade maior do que 110-120 Km/h. Os que andam acima disso estão arriscando a vida à toa, porque toda hora se tem de reduzir por causa dos outros motoristas afoitos.

Mas o pior mesmo são os/as motoristas do "Rei das Estradas", a Hi-Lux da Toyota (camionete e SUV). 99,9 % dirigem esse veículo com total imprudência, forçando ultrapassagens, abusando da velocidade e impondo-se em cima dos outros usuários das estradas. É o que sempre digo, veículos caros e potentes são usado para demonstrar status e intimidar os outros, na cidade e nas estradas. Irritante é o mínimo que posso classificar essas pessoas, o mais certo mesmo é chamá-los de criminosos em potencial, visto o perigo que expõe todos os outros.

Cheguei a parar no Posto da Policia Rodoviária para conversar com os patrulheiros, dizendo que vi esses veículos fazendo absurdos.... o patrulheiro, muito gentil, porém realista, disse que nesses casos podemos ligar no 191 e denunciar, mas que eles podem no máximo dar uma bronca no motorista... ou seja... impunidade continua total pra quem tem $$$ !