quarta-feira, 30 de maio de 2012

Freando Eficientemente

Esta reportagem que reproduzo abaixo serve para convencer aos mais recalcitrantes motociclistas que potência sem controle não é nada mesmo, e frenagem sem controle igualmente ! Vamos largar esse paradigma de ter medo de usar o freio dianteiro, por que ele é o principal numa moto !
Xracer


Apesar de enormes progressos terem sido feitos nos freios das motocicletas nos últimos anos, esta operação exige certa habilidade.

Por que a necessidade de saber como frear?

Não pense que você precisa apenas acionar a alavanca de freio para poder frear. Frenagem é provavelmente uma das coisas mais difíceis no domínio de uma motocicleta.
A razão é simples: primeiramente a motocicleta se mantém sobre dois pneus finos: o ponto de contato entre o pneu e a estrada não é maior do que um cartão de crédito apenas alguns centímetros quadrados. Portanto, quando se freia bruscamente a suspensão traseira tende a se elevar e o garfo dianteiro é pressionado; isto é o que chamamos transferência de peso.
Portanto,em certas motocicletas os freios são incrivelmente poderosos (muito mais do que os que são usados nos automóveis) e os pneus são altamente eficientes,quando estão aquecidos.Em suma,um grande número de parâmetros para se dominar.
O erro mais freqüente cometido por motociclistas é quando, pegos de surpresa, eles pressionam o freio totalmente quando o inesperado ocorre. Isto causa um travamento (freqüentemente na roda traseira) o que faz com que o piloto libere os freios, inclusive o dianteiro, causando uma colisão ou uma queda difícil de se evitar.
O método correto é antes de tudo frear de forma pesada, mas medindo o esforço, a fim de permitir uma transferência de peso (a qual leva um pouco mais que um segundo). Você então poderá usar todo o poder de frenagem para parar sua motocicleta o mais rápido possível.Pratique isto e você observará que a diferença de técnicas é enorme!

Dianteiro ou traseiro ?

Somos tentados a dizer ambos. Entretanto, muito mais do que em automóveis, a motocicleta se apóia no seu sistema de suspensão em situações de aceleração ou frenagem rápidas: isto é chamado mudança de posição. Ao frear,o peso é transferido para a parte dianteira;a motocicleta comprime seu garfo e a distribuição de peso (na proporção de 50/50 quando estacionada) muda significativamente (aproximadamente 70/30).
De repente a parte dianteira tem mais pressão,portanto o freio dianteiro necessita de mais pressão; você também irá notar que os sistemas de freios instalados nas rodas dianteira e traseira são diferentes em tamanho;há freqüentemente um disco de 22 cm na traseira com uma pinça de freio de dois pistões, enquanto na parte dianteira há um disco duplo de 32 cm com pinças de freio com 4 ou 6 pistões. 
Então o que faz o freio traseiro? Fornece frenagem adicional.

Potência e medição

Pilote uma motocicleta dos anos 70: você ficará chocado ao ver que juntamente as armações e os pneus, é no sistema de freios que ocorreram as maiores melhorias.
Os progressos feitos nos três casos formam um conjunto: freios mais poderosos requerem uma armação mais rígida e pneus com mais aderência. Portanto parar uma motocicleta de forma mais eficiente, é hoje mais uma questão de medir o uso dos freios do que o poder de frenagem por si só.
A utilização do freio traseiro se é mais importante nos primeiros segundos para diminuir a velocidade da motocicleta enquanto o peso é transferido para a parte frontal. Então como a maior parte do peso é transferida para o garfo, utiliza-se o freio dianteiro para diminuir a velocidade e parar a motocicleta. Então agora é apenas uma questão de medição da pressão.
Recomendamos o uso do dedo mínimo pois este fornece o nível de sensibilidade adicional necessário.
Uma dica: como a capacidade de frenagem das motocicletas modernas (especialmente nas motocicletas esportivas) é fenomenal, é melhor praticar num local calmo para primeiramente aquecer os pneus de forma gradual, pressionando então a alavanca cada vez mais forte.

 Frenagem de emergência é um "reflexo", é importante ter em mente que reflexos também podem ser melhorados. Da mesma maneira, para que o piloto contribua para a rigidez da motocicleta,ele deve sentar-se de maneira ereta e manter seus braços retos;isto garante eficiência e sensibilidade.

Quando o freio trava (notado ou pelo "cantar" dos pneus ou quando se nota que a motocicleta se desvia do traçado),a pressão nos freios deve ser liberada e imediatamente reaplicada enquanto se mede o esforço. Isto irá restaurar a dirigibilidade e o poder de frenagem.

Entretanto, em motocicletas esportivas, você necessita dobrar a atenção em superfícies úmidas. Pneus de competição não aquecem facilmente e os discos maiores, com controles radiais (pinças de freio, cilindro-mestre) fornecem uma prensagem completa. Do mesmo modo,evite frear em áreas urbanas nas linhas brancas,nas faixas de pedestres,em tampas de bueiros,etc...

   










Fonte : http://www.elfmoto.com.br/lub/lubbr.nsf/VS_OPM/C1256F8E00532C78C12571810034A68C?OpenDocument

domingo, 27 de maio de 2012

Caminhonetes Barrocas

“Na falta de um importado, vai isso mesmo”. Era esse o pensamento nos anos 70 e 80. Quem quisesse – e pudesse – ter um carro exclusivo, tinha que optar pelas transformações. Muitas eram de extremo mau gosto, feitas por empresas de fundo de quintal, mas algumas tinham ‘pedigree’ e conferiam beleza e requinte ao veículo. Entre as melhores empresas transformadoras estavam Brasinca, Souza Ramos e Envemo. 


Um modelo dos anos 80 que sempre achei muito bonito, era a picape Chevrolet D-10 El Camino, uma série especial que a fabricante fez, essa era de bom gosto.


Agora veja esse flagrante da vida real que avistei aqui em minha cidade e tirei a foto. Uma picape cabine dupla S10 com uma tampa traseira espalhafatosa... eu sei que cada um tem seu gosto... mas eu achei esse conjunto horroroso...formas espalhafatosas, detalhes inúteis, formas arredondadas que não combinam em nada com a da carroceria da pick-up !


Como dizia meu professor de desenho na Engenharia : "cheio de rococós e nove horas"...


Seria uma tentativa nostálgica de se ter novamente aquelas pick-ups barrocas ??




quarta-feira, 23 de maio de 2012

Doodle Musical do Sintetizador Moog

O Google Doodle de hoje, 23 de Maio, homenageia os 78 anos do aniversário de Robert Moog , um dos inventores dos sintetizadores eletrônicos de música, já falecido.

Robert Moog é mais conhecido por sua invenção do sintetizador Moog. Foi um dos primeiros instrumentos eletrônicos que permitiu aos músicos simularem qualquer instrumento musical, vozes ou sons naturais apertando ou girando um botão.


Foi muito usado pelos grupos musicais Pink Floyd e o Kraftwerk.


Dr. Robert Moog


Em mais um Doodle interativo o legal é a possibilidade de se alterar os parâmetros dos sons, trêmolo, vibrato, o "envelope" do som e poder gravar e depois até mandar o link para outros de nossas gravações.


Fez-me lembrar do velho órgão que havia na 1ª Igreja Batista em Goiânia, onde até meados dos anos 70 era usado para acompanhar o louvor nos cultos. Só me lembro mesmo do aparelho, não da marca, mas era bem completo na sintetização de muitos instrumentos.


Para saber mais dos sintetizadores sugiro o blog da História dos Sintetizadores, em português.


Em tempo : descobri que a firma Moog possui um aplicativo para I-Phone que simula um de seus sintetizadores ! Veja aqui.



terça-feira, 22 de maio de 2012

Motor 3 número 3

Outra soberba edição da Revista Motor 3 !




Começando no Editorial, José Luiz Vieira contradiz as informações então em voga na imprensa e afirma que o petróleo não vai acabar nem tão cedo, somente ficaria mais caro, já que novos campos de extração se tornariam cada vez mais economicamente compensadores.


Link :

http://www.mediafire.com/?ym0n571az0sw1ai


Veja o post ( e o link) para os números 1 e 2 da revista, aqui no blog :

http://spinbrothers.blogspot.com.br/2011/08/motor-3.html
http://spinbrothers.blogspot.com.br/2012/04/motor-3-numero-2.html

Todas as imagens desta postagem são meramente para entretenimento e divulgação da revista. Este blog não tem nenhum fim lucrativo e nem de comercialização. Todos os direitos pertencem a Editora Três.